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COLUNA SAQUE

SÃO REVELADORES
Estudo baseado em dados do IBGE, segundo o qual só no primeiro ano do governo Lula 13 milhões de brasileiros deixaram de passar fome - caiu de 33 milhões em 2022 para 20 milhões em 2023 -, ressalta a diferença entre a democracia social, pautada no bem-estar das pessoas, e a agenda ultraliberal de Bolsonaro, movida por privatizações, desemprego, pobreza e fake news.

 

HAJA SABOTAGEM
Os indicadores econômicos e, acima de tudo, sociais do governo Lula são animadores. Não impactam nas pesquisas porque boa parte das elites teme o avanço político-eleitoral do campo progressista e sabota descaradamente, como o BC, que mantém a Selic nas alturas, frações expressivas do rentismo, dos exportadores, da mídia, e principalmente do agronegócio.

 

ANTRO REACIONÁRIO
Se for apurar a fundo, “é batata”, como diz a sabedoria popular, se referindo à veracidade. Todo jogo sujo, toda tramoia feita para dificultar, inviabilizar, enfim sabotar a democracia social, vontade popular expressa nas urnas, tem as digitais do agronegócio, antro do ultraconservadorismo, do reacionarismo. Ainda vive no tempo das capitanias hereditárias, do Brasil colônia.

 

DIABÓLICO PODER
“Eles não estão brincando, os evangélicos estão de fato partindo para o momento em que a teologia do domínio tentará chegar ao poder político”. A advertência é do professor João Cezar de Castro Rocha, da UERJ. Para ele, o projeto neopentecostal de dominação visa a “distopia teonomista”, a subordinação total da vida à religião, da infra à superestrutura.

 

POLOS EXPOSTOS
Dentro do viés religioso, outro bom exemplo da diferença entre a democracia social, o bem querer, e a agenda ultraliberal, individualista, excludente, se revela nas distintas condutas do padre Júlio Lancellotti e do bispo empresário Silas Malafaia. O primeiro acolhe moradores de rua, dá de comer a quem tem fome, enquanto o segundo acumula riqueza, xinga, destila ódio, golpeia.

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