COLUNA SAQUE
PLENA EVOLUÇÃO
Apesar dos constantes e traiçoeiros ataques da extrema direita, do fascinazismo, o Estado democrático de direito no Brasil tem conseguido avançar. Derrotou os bolsonaristas nas urnas, condenou e prendeu golpistas pela primeira vez na História, não concedeu anistia e nem abriu mão da soberania nacional perante ameaças dos EUA. Se conseguir prender os culpados pelo escândalo do Banco Master então... Consagração democrática.
PELA REPÚBLICA
Quando a Justiça trilha o caminho da legalidade, de respeito à Constituição, o Brasil e os brasileiros saem ganhando. Exemplo claro disto é a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, de suspender, nos três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário -, todos os penduricalhos que geram os supersalários na alta burocracia estatal. Atitude que reduz a sangria do erário, reforça os valores republicanos, incentiva a ética no serviço público.
BOA SEQUÊNCIA
Logo após Alexandre de Moraes discordar publicamente da pretensão do presidente do STF, Edson Fachin, de adotar um tal código de conduta, como se os ministros não estejam se conduzindo bem, Flávio Dino mexe em vespeiro antigo e dá um passo significativo na luta para derrubar os supersalários no funcionalismo público com a suspensão dos penduricalhos. Os dois têm sido exemplares na defesa e cumprimento da Constituição.
NA COMPARAÇÃO
“Acho que a gente pode ganhar as eleições (para o governo estadual) em São Paulo se a gente escolher um candidato a governador, o Alckmin ou o Haddad, a Simone Tebet. Nós vamos ganhar aquelas eleições em São Paulo, porque é o seguinte: quem é que fez mais política social? Quero comparar com os governadores”. Do ex-ministro José Dirceu, sobre formação de chapas para a presidência da República e para o governo paulista.
CHEGAR ANTES
Certeira, a colocação da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, sobre o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado na quarta-feira: “O Estado precisa chegar antes, e para isso, toda a participação é muito importante”. Realmente, o desafio é impedir o crime, pois muitas das mulheres assassinadas tinham medida protetiva e nem por isto escaparam de uma tragédia nacional que provoca quatro mortes por dia.
