COLUNA SAQUE
JOGO DECISIVO
A eleição geral deste ano exige “precisão cirúrgica” do campo progressista. Não pode errar. A partir de agora é a finalíssima do Brasileirão. Se reafirmar o projeto de democracia social com a reeleição de Lula, o país dará um passo decisivo para neutralizar a extrema direita, o fascinazismo. E se melhorar a correlação de forças no Congresso, será uma goleada. Campeão da vontade popular.
PERIGO IANQUE
Com Trump querendo impor a doutrina Monroe (1823), a qual considera a América Latina como quintal dos EUA, a eleição brasileira deste ano torna-se ainda mais perigosa. O governo estadunidense vai tentar influenciar o máximo possível no resultado das urnas, a fim de derrotar a democracia social, aliada ao Brics, ao multilateralismo e à autodeterminação dos povos.
PARA NEUTRALIZAR
Seja no plano individual ou coletivo, os processos de mudança não ocorrem da noite para o dia. Assim, além de reeleger Lula é preponderante também reduzir a supremacia da extrema direita no Congresso, porque derrotada nas urnas, no Executivo e no Legislativo, a tendência é acelerar o declínio político e eleitoral, a perda de espaço na mídia e de influência na sociedade.
CRIA BOLSONARISTA
A mídia corporativa, sempre servil ao sistema financeiro, não informa ao grande público que o Banco Master, oriundo da Máxima Corretora de Valores e Títulos Mobiliários, foi criado em 2018, quando Daniel Vorcaro assumiu a empresa, ou seja, justamente quando Bolsonaro, que ele apoiou, foi eleito presidente. No governo (2019-2022), o Master virou bicho papão.
MERECE LEMBRAR
Estilo túnel do tempo, para relembrar equívocos do PT em indicações para o STF. Carmen (2006), indicada por Lula, mais Fux (2011), Weber (2011- aposentada), Barroso (2013) e Fachin (2015), indicados por Dilma, votaram pelo impeachment (2016) sem crime de responsabilidade e pela prisão sem provas de Lula (2018). Decisões impostas pelas elites, sem amparo legal.
