COLUNA SAQUE

Postado: 21/06/2022 - 13:22

SOBERANIA
Perante a iminência da derrota de Bolsonaro nas urnas, agora a sanha do ultraliberalismo neofascista é privatizar imediatamente a Petrobras, como faz com a Eletrobras. Portanto, além da revogação da reforma trabalhista e do teto de gastos, é imprescindível que Lula, eleito como indicam as pesquisas, reveja também as privatizações lesa-pátria. Em nome da soberania nacional.


 
BASTA
Dados do próprio Ministério da Cidadania desenham a nocividade da agenda ultraliberal do governo. Hoje, 765,5 mil famílias pobres aguardam na fila do Auxílio Brasil, enquanto outras 13 milhões lutam para atualizar o cadastro e requerer o benefício. Sem falar em 33,1 milhões de famintos e quase 14 milhões de desempregados. O Brasil não aguenta mais Bolsonaro. Chega.


 
HISTÓRIA
Com indicadores sociais tão nefastos e diante de todo sofrimento que o povo tem passado, não há como Bolsonaro se reeleger, pelo menos pela via democrática das urnas, por mais que conte com o apoio de frações poderosas das elites como o sistema financeiro, o agronegócio e os militares. É a vontade popular: as massas se sobrepõem às classes dirigentes.


 
COMPARSAS
A cerca de três meses da eleição, com a terceira via praticamente sepultada e Bolsonaro em posição cada vez mais desfavorável nas pesquisas, que indicam a possibilidade de Lula vencer no 1º turno, uma boa parte da direita perfumada não hesitará em fazer aliança com a extrema direita em tentativas extralegais para salvar a agenda ultraliberal. Se diferem muito pouco.
 


MALÉFICO
O discurso neofascista de Bolsonaro interfere, de forma maligna, em toda a sociedade. Estimula barbaridades como o assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, além de produzir aberrações como em Tijucas (SC), onde a juíza Joana Zimmer e a promotora Alberton impedem o aborto legal de uma menina de 10 anos, vítima de estupro.