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COLUNA SAQUE

SÓ REESCREVENDO
A mídia sionista admite que Israel comete crime de guerra em Gaza, mas recusa a expressão genocídio. Alega não haver propósito de exterminar o povo palestino. Se matar deliberadamente a população civil, bombardear escolas e hospitais, impedir a entrada de remédios e alimento, cortar água e energia, não é genocídio, então é melhor reescrever a História.

 

TEM DIFERENÇA?
O governo sionista de Israel mais os políticos, empresários e jornalistas que o defendem, mundo afora, em troca de gordas benesses, poderiam explicar qual é mesmo a diferença entre o “cerco total” anunciado pelo Ministério da Defesa israelense da “solução final” de extermínio do povo judeu posta em prática pelo regime nazista na II Guerra Mundial. Só mudam as palavras.

 

CALOU PACHECO
Destaque à reprimenda do senador Omar Aziz (PSD-AM) ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que exigiu retratação de Lula por ter comparado o genocídio israelense contra o povo palestino ao holocausto dos judeus pelos nazistas. Lembrou não ter visto a mesma “histeria” quando Bolsonaro recebeu a deputada alemã neonazista Beatrix von Storch. No alvo.

 

BONS FRUTOS
A coragem de Lula ao chamar de “holocausto” o genocídio israelense contra o povo palestino começa a produzir frutos e a encorajar lideranças mundiais a uma ação mais efetiva para acabar com a matança em Gaza. Até mesmo o Vaticano já classifica como “carnificina”. Israel está cada vez mais isolado, porém a mídia vira-lata nativa insiste em defender os crimes do sionismo.

 

OLHO VIVO
A polêmica gerada com a comparação do genocídio do povo palestino por Israel ao holocausto judeu pelos nazistas, feita por Lula, acabou por tirar de foco o ato criminoso convocado por Bolsonaro e Malafaia para domingo, em São Paulo, a fim de intimidar a Justiça. Mas, o STF e a PF estão de olho e a partir de segunda-feira muitos fascinazistas poderão acabar na cadeia.

 

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