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COLUNA SAQUE

TRISTE REALIDADE
No Brasil onde a extrema direita ultraliberal e fascinazista tem pleno controle do Legislativo, do Banco Central, de boa parte do Judiciário e da caserna, que o Parlamento quer restringir os poderes da Suprema Corte e impedir que a PF investigue deputados e senadores, pode-se imaginar as dificuldades enfrentadas pela democracia social. Só com muita habilidade e sabedoria.

 

CÂMARA BAIXA
A eleição de deputados bolsonaristas do PL, de rarefeitos compromissos com os princípios republicanos, com a civilidade, para a presidência de três importantes comissões, denuncia a perigosa influência do fascinazismo na Câmara Federal. Uma excrescência Nikolas Ferreira (MG) na Educação, Caroline de Toni (SC) na CCJ e Alberto Fraga (DF) na Segurança Pública. 

 

EM PUTRESCÊNCIA
Muito preocupante, a degradação do Legislativo no Brasil. A nova presidenta da CCJ, Caroline de Toni, não tem apego aos preceitos constitucionais e se opõe à vacina, Nikolas Ferreira, da Educação, nunca apresentou um projeto na área, enquanto o da Segurança Pública, Alberto Fraga, defende armas e o excludente de ilicitude. É o retrato fiel do fascinazismo bolsonarista.

 

PROJETOS PESSOAIS
O uso da institucionalidade para atender objetivos pessoais e de grupos pelos presidentes das duas casas deixa o Congresso vulnerável a arranjos nada republicanos. No Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) quer tolher o STF, o que fragiliza o Estado democrático de direito, enquanto na Câmara Arthur Lira (PP-AL) só pensa em como se apoderar das verbas do Orçamento. 

 

LIBERAIS DESVIOS
Parece estranho, uma legenda que tem horror ao contraditório, rejeita a diversidade, viola a Constituição, desrespeita as garantias individuais, busca poderes absolutos e faz de tudo para golpear a democracia se autoproclamar Partido Liberal. Desvios comuns do liberalismo em países do chamado capitalismo periférico. Infelizmente, é o caso do Brasil.

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